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4 publicações marcadas com esta tag.

risco altoOS-2026-541 · 2026-09-28
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Trojan bancário RatHat usa Gemini para priorizar vítimas Android de maior valor

A empresa de segurança Cleafy identificou quase 100 implantações do console web do RatHat, um trojan bancário Android operado como malware-as-a-service desde abril de 2026. Na versão mais recente, os operadores enviam mensagens SMS coletadas das vítimas ao Gemini, da Google, que estima o saldo bancário de cada uma e classifica os alvos em grupos de alto e médio valor para priorizar exploração.

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risco altoOS-2026-457 · 2026-09-18
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RatHat: malware Android chinês usa IA generativa para navegar telas e mantém shell via ADB mesmo após desinstalação

O RatHat, atribuído a atores chineses, abusa dos serviços de acessibilidade do Android para ativar a depuração sem fio e realizar o pareamento ADB sozinho, plantando um daemon que reinstala o malware caso a vítima o remova. Um agente Go camuflado de biblioteca nativa mantém shell persistente por meio de um túnel FRP reverso até o C2. O diferencial é o uso de um assistente de IA generativa popular para interpretar a árvore de acessibilidade serializada em XML e decidir cliques e rolagens na tela, permitindo controle remoto do dispositivo mesmo em interfaces desconhecidas.

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risco altoOS-2026-441 · 2026-09-16
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APKs clonados enganam agentes móveis de IA em até 78% dos casos sem que o usuário humano perceba nada

Pesquisadores demonstram que um aplicativo Android reempacotado pode incorporar perturbações visuais que direcionam agentes móveis de IA para ações escolhidas pelo atacante, permanecendo totalmente funcional e visualmente idêntico para o usuário humano. Em avaliação com cinco frameworks de agente e três modelos de base, a taxa média de sucesso do ataque chegou a 77,9% em análise estática e 66,9% em execução real, e um estudo com 186 pessoas confirmou que a perturbação é praticamente imperceptível.

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risco altoOS-2026-060 · 2026-07-21
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Agentes de IA para Android de código aberto podem ser sequestrados por texto invisível na tela e executar código no PC do operador

Pesquisadores demonstraram sete técnicas de ataque contra cinco frameworks populares de agentes móveis de código aberto (AppAgent, AppAgentX, Mobile-Agent-v3, Open-AutoGLM e MobA), com cada framework vulnerável a pelo menos seis delas. A cadeia mais grave usa texto com opacidade quase nula, invisível ao olho humano mas perfeitamente legível pelo modelo de visão do agente, para injetar um comando shell que é concatenado sem sanitização e executado no computador que controla o telefone via ADB, lançando uma calculadora no PC hospedeiro em 20 de 20 tentativas.

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