Deepfakes e acessibilidade: pessoas surdas e com deficiência auditiva detectam manipulações de forma desigual
Um estudo presencial com 80 participantes -- pessoas ouvintes, com deficiência auditiva leve, surdas e usuárias de implante coclear -- mostra que a capacidade de identificar deepfakes audiovisuais varia fortemente conforme a habilidade auditiva e o canal manipulado. Participantes surdos tiveram apenas 41,2% de acerto em manipulações só de áudio, contra 90,3% dos ouvintes, revelando uma lacuna de segurança pouco discutida em defesas contra deepfake.
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