Pesquisa identifica provedores de LLM inflando cobranças ao alongar respostas artificialmente, e 7 de 15 APIs reais são sinalizadas
Em serviços de LLM cobrados por token, provedores desonestos podem manipular a geração para inflar o número de tokens de saída preservando a utilidade da tarefa — o que os autores batizam de Provider-Side Token Inflation Attack (PTIA). Um método de auditoria por sonda única, sem precisar de modelo de referência confiável, detecta esse comportamento com 85,1% de acerto médio e menos de 2% de falsos positivos, e ao aplicá-lo a 15 serviços comerciais reais de API LLM, sinalizou 7 deles como consistentes com PTIA.
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