Pesquisadores propõem tratar segurança de agentes de IA como um "contrato de runtime", não como propriedade do treinamento
O artigo argumenta que treinar segurança via RLHF ou Constitutional AI é estruturalmente insuficiente para agentes que executam código e mudam sistemas reais, propondo em vez disso um contrato de execução com uma face preventiva (sandboxes, permission gates, monitores de trajetória) e uma face evidencial (exigir prova verificável de que a ação boa realmente aconteceu). Os autores sustentam a posição com uma pesquisa de 52 incidentes documentados de agentes de IA e uma análise de 28.560 artigos de conferências mostrando desequilíbrio de 8 a 12 vezes entre pesquisa de segurança em treino versus em produção.
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