Um levantamento sistematiza os ataques possíveis contra agentes de IA que atuam sobre blockchains públicas via MCP, skills e tool calling, destacando que a fração de ferramentas de agentes capazes de alterar estado externo, não só ler, já passa de 65%. Os autores argumentam que a irreversibilidade das transações on-chain, a autoridade de assinatura dos agentes e a composição de ações em sequência tornam falhas comuns de agentes muito mais graves nesse contexto, e que as defesas atuais bloqueiam menos de 30% dos ataques mapeados.
O estudo mostra que a forma como um repositório está organizado — profundidade de diretórios, modularidade do código, onde uma instrução maliciosa é inserida em um arquivo e como o contexto é formulado — afeta diretamente a taxa de sucesso de ataques de prompt injection indireta contra assistentes de codificação agênticos. Repositórios altamente modulares reduzem significativamente essa taxa de sucesso, segundo os testes em dez linguagens e seis domínios de engenharia.
Uma sistematização de conhecimento (SoK) mapeia fronteiras de confiança e riscos de segurança em sistemas de IA agêntica que combinam LLMs, ferramentas, RAG e loops autônomos multiagente, sintetizando mais de 20 estudos revisados por pares e relatórios de indústria de 2023-2025 numa taxonomia que cobre injeção de prompt indireta, envenenamento de bases de conhecimento, exploração de plugins/ferramentas e ameaças emergentes entre agentes. Os autores também propõem métricas de postura de segurança e um checklist de segurança em fases para orientar deploys de IA agêntica.