O FORGE Lab da Microsoft, dedicado a pesquisa de seguranca ofensiva autonoma assistida por IA, descreveu tres licoes aprendidas ao escalar a descoberta automatizada de falhas: passar de achados isolados para validacao e correcao em volume, gastar o raciocinio do modelo onde realmente reduz incerteza em vez de apenas gerar mais analise, e tratar validacao e remediacao como um loop continuo com revisao humana. Entre maio e setembro de 2026 o time relata 140 vulnerabilidades encontradas no Windows e 155 relatorios validados submetidos a 23 projetos open-source, incluindo o kernel Linux.
Fonte ↗A Cisco Talos documentou o CLOSEDQUORUM, descrito como o primeiro implante Windows publicamente conhecido a delegar decisoes de comando e controle a um comite de ate quatro modelos de IA comerciais (DeepSeek, Qwen, Mistral e Gemini) em vez de um servidor de atacante fixo. Cada modelo vota entre roubar credenciais, injetar codigo, persistir no sistema ou se mover lateralmente, e o malware executa a acao mais votada. A amostra publica analisada tem chaves de API e webhooks preenchidos com valores falsos, portanto nao funciona de ponta a ponta -- e um prototipo, nao uma ameaca operacional confirmada em campanhas reais.
Fonte ↗A Rapid7 encontrou um servidor de operador de malware totalmente aberto, com 1.048 arquivos incluindo templates de isca, testes, droppers e anotações de construção geradas com apoio de um agente de codificação de IA. A campanha ativa abusa da CVE-2025-33053 para forçar o Windows a carregar uma DLL maliciosa a partir de um compartilhamento WebDAV controlado pelo atacante, entregando um infostealer disfarçado de PDF. Entre 20 e 26 de junho de 2026 a operação registrou mais de 77 mil requisições, 82,5% delas originadas do México.
Fonte ↗