Defesa geométrica para sistemas RAG usa um encoder substituto para medir como cada documento recuperado desloca o estado oculto do modelo, filtrando como outliers os documentos que tentam manipular a resposta, com garantia formal de recuperar um contexto livre de veneno sob suposição de maioria honesta.
Pesquisadores apresentam o FedLNS, um mecanismo do lado do servidor para detectar atualizações maliciosas em aprendizado federado de modelos de linguagem, sem exigir acesso aos dados brutos dos clientes nem exemplos rotulados de ataque. A ideia é usar as mudanças nos parâmetros das camadas de normalização (LayerNorm) de cada atualização de cliente como uma "assinatura" comparável a uma referência histórica robusta entre clientes. Em experimentos com até 40% dos clientes manipulando alvos de treino, o método reduziu a perplexidade do modelo global mais do que seis baselines concorrentes, em arquiteturas estilo GPT, BERT e LLaMA.
O paper propõe o STAR-FL, um framework de defesa para federated learning que combina clustering espaço-temporal para identificar atualizações maliciosas de clientes com um ajuste adaptativo da taxa de aprendizado na agregação, reduzindo o impacto de envenenamentos que escapam da primeira camada. Os autores reportam desempenho superior a defesas do estado da arte contra ataques de poisoning direcionados em múltiplos benchmarks de visão computacional.
Pesquisadores propõem o Capability-Routed Guard (CRG), uma defesa de inferência para modelos de raciocínio de código fechado que ataca um problema específico: prompts adversariais que manipulam o contexto de raciocínio ou a decomposição de tarefas para fazer o modelo tratar um objetivo malicioso como um passo de raciocínio legítimo. Em vez de inspecionar o prompt adversarial diretamente, o CRG constrói uma representação confiável da tarefa autorizada por um canal separado e roteia a execução conforme o risco.
O BASIS ataca um problema pouco discutido em defesas contra prompt injection: modelos bem instruídos conseguem resistir à maioria das injeções sozinhos, mas defesas tradicionais recusam qualquer entrada onde uma injeção é detectada, mesmo quando o modelo teria lidado com ela corretamente. Usando um sinal chamado Attention Competition Ratio para treinar dois probes lineares esparsos, o método mantém detecção quase perfeita de injeção reduzindo substancialmente essas recusas desnecessárias, sem exigir inferência adicional do LLM.
Os autores propõem uma analogia com o sistema imune adaptativo: em vez de tratar cada tarefa como um problema isolado, o AgentAntibody mantém uma biblioteca persistente de 'anticorpos' que captura o entendimento evolutivo do agente sobre os limites de segurança aceitáveis pelo usuário, aplicando esse aprendizado acumulado a cada nova interação. Em testes com três benchmarks e quatro LLMs base, o método superou defesas existentes tanto em bloquear ações maliciosas quanto em preservar a conclusão de tarefas legítimas.
Sistemas de geração aumentada por recuperação (RAG) reduzem alucinação em LLMs, mas abrem uma nova superfície de ataque: envenenar os documentos recuperados para manipular a saída do modelo. O SecureCollaRAG propõe um framework tolerante a falhas bizantinas que valida dinamicamente a proveniência dos documentos usando credibilidade baseada em GNN, mantendo robustez mesmo sob distribuições de dados não-IID entre agentes colaborativos.
Pesquisadores propõem um framework de verificação em tempo de execução, em três camadas, para detectar violações de missão em enxames de drones e robôs assistidos por LLM que emergem apenas da composição de ações individualmente aceitáveis em cada plataforma. Em simulação, o framework detectou uma injeção indireta de prompt que fez quatro plataformas dividirem entre si um objetivo proibido, algo invisível a monitores por plataforma. O design evita 'tudo limpo' falso quando falta evidência, em vez de assumir segurança por padrão.
Um estudo com 2.100 execucoes de ataque mostra que pipelines multi-agente que pareciam totalmente seguros em relatorios padrao (0% de sucesso de ataque) na verdade devem quase toda essa protecao a um filtro server-side do provedor de nuvem, e nao a defesas da propria aplicacao. Os autores propoem o ChannelGuard, portoes de information bottleneck colocados em cada canal entre agentes, para fechar essa lacuna sem depender de um unico ponto de filtragem opaco.
O FedLSG e apresentado como o primeiro framework a integrar LLMs na defesa contra ataques de backdoor em Redes Neurais de Grafos Federadas (FedGNNs), traduzindo estruturas de grafo e comportamento de clientes para linguagem natural de modo que um LLM possa avaliar semanticamente se uma atualizacao e maliciosa. A motivacao e que defesas baseadas em regras fixas sao vulneraveis a gatilhos furtivos justamente por nao entenderem o significado semantico dos padroes que estao filtrando.
O DeCNIP e uma defesa contra backdoors em LLMs que vai alem de heuristicas comportamentais, identificando e podando um conjunto minimo de neuronios responsaveis por ativar o gatilho malicioso. O metodo cobre tanto backdoors inseridos por fine-tuning quanto por edicao direta de modelo, reduzindo a taxa de sucesso do ataque em mais de 95% intervindo em apenas 0,1% dos neuronios e preservando 97% do desempenho original em tarefas normais.
O ARGUS ataca a variante mais difícil da injeção de prompt: a sensível ao contexto, que se disfarça de conteúdo legítimo do fluxo de trabalho do agente. A defesa busca bloquear instruções escondidas no material processado sem sacrificar a autonomia que torna o agente útil.